O polêmico - Jota Luiz – POLÍTICA / ESPORTES / SAÚDE / POLÍCIA e VARIEDADES

Número de novos casos de Covid-19 sobe 40% no Maranhão

(Foto: NIAID)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) relatou na noite de ontem (26) um aumento de 40% no número de novos casos de infecção por novo coronavírus (Covid-19) no Maranhão.

A quinta-feira terminou com 14 casos confirmados – eram 10 na quarta-feira.

No Twitter, o governador Flávio Dino (PCdoB) disse que, apesar de todas as medidas preventivas adotadas, a tendência é que cresçam mais os casos de pessoas infectadas.

“Tendência continua a ser de elevação de casos, apesar de todas as medidas preventivas que adotamos”, disse.

Governo define lotéricas e igrejas como atividades essenciais

Agência Brasil 

O presidente Jair Bolsonaro definiu outras atividades e serviços essenciais que devem funcionar durante a emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus, mesmo com a adoção de medidas de isolamento e de quarentena pelas autoridades. Entre eles estão as unidades lotéricas e as atividades religiosas de qualquer natureza.

O Decreto nº 10.292/2020 com a ampliação da lista foi publicado hoje (26) no Diário Oficial da União. A primeira lista foi definida pelo Decreto nº 10.282/2020, na semana passada. Pelo texto, são serviços e atividades essenciais aqueles indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, assim considerados aqueles que, se não atendidos, colocam em perigo a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população.

Além de lotéricas e igrejas, o governo incluiu nessa categoria a fiscalização do trabalho, atividades de pesquisa relacionadas com a pandemia de covid-19 e as atividades jurídicas exercidas pelas advocacias públicas, relacionadas à prestação regular e tempestiva dos serviços públicos.

O Brasil já registrou 57 mortes e 2.433 casos da doença provocada pelo novo coronavírus.

Em publicação no Twitter, Bolsonaro destacou que, no Brasil, existem 12.956 casas lotéricas e 2.463 se encontram fechadas por decretos estaduais ou municipais. “Para que possam funcionar em sua plenitude, atualizei, nessa data, o Decreto 10.282”, escreveu.

Ministério autoriza cloroquina para casos graves de covid-19

Fonte: R7 Notícias 

O Ministério da Saúde oficializou, nesta quarta-feira (25), um posicionamento autorizando que médicos usem a cloroquina/hidroxicloroquina para tratar pacientes internados em estado grave com covid-19.

No entanto, não há qualquer indicação do medicamento para pessoas que queiram se proteger ou para casos leves da doença.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, alertou hoje para os riscos de efeitos colaterais graves provocados pela droga, um imunomodulador receitado para casos de malária e para algumas doenças autoimunes, como o lúpus.

Em uma apresentação à imprensa, o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos da pasta,

Denizar Vianna, frisou que o medicamento pode ser usado com outras medidas de suporte ao paciente pelo período de cinco dias.

Segundo ele, trata-se de “um medicamento muito promissor” e que “o Brasil conhece muito”, por fazer uso na região Norte em pessoas com malária.

Os casos graves são, em média, 14% dos infectados por coronavírus, sendo que 5% são considerados críticos.

Na semana passada, após o presidente dos Estados Unidos falar que o país aprovou o uso da substância no tratamento de alguns casos de covid-19, houve uma corrida às farmácias no Brasil, o que deixou algumas delas sem estoque.

Posteriormente, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda do remédio sem prescrição médica, para evitar a automedicação e também que pacientes que precisam da hidroxicloroquina fiquem desabastecidos.

Coronavírus pode custar R$ 410 bilhões extras ao SUS, estima Ministério da Saúde

Por Estadão

Projeção está em documento, obtido pelo ‘Estado’, enviado pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ao ministro da Economia, Paulo Guedes

  O presidente Jair Bolsonaro incluiu igrejas e agências lotéricas na lista de serviços e atividades essenciais que podem funcionar durante a situação de emergência no País em decorrência do novo coronavírus. A decisão, tomada por meio de decreto – que não depende de aval do Congresso -, abre brechas nas restrições impostas por governadores e prefeitos para reduzir a circulação de pessoas e evitar a propagação da doença.

Em uma mudança de orientação do governo, Bolsonaro tem criticado medidas adotada na maior parte do País para conter o avanço da covid-19. Na terça-feira, em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente afirmou que “algumas poucas autoridades, estaduais e municipais, devem abandonar o conceito de terra arrasada”, em medidas como a “proibição de transportes”, o “fechamento do comércio” e o “confinamento em massa” – adotadas em diversos países para evitar a propagação do vírus e o colapso do sistema de saúde. O argumento é de que os efeitos na economia resultarão em milhões de desempregados.  O fim do isolamento, no entanto, contraria recomendações médicas e vai de encontro ao que o próprio Ministério da Saúde defendia até esta quarta-feira.

Bolsonaro já havia anunciado na quarta-feira, pelas redes sociais, que incluiria as lotéricas na lista de serviços autorizados a funcionar. Segundo ele, 2.463 dos 12.956 estabelecimentos no País estão fechados por decisões estaduais ou municipais. Também nesta quarta, ao ouvir a reclamação sobre o fechamento do comércio de um apoiador que se identificou como empresário, o presidente disse que havia conseguido resolver a questão das lotéricas numa “canetada”. “Hoje, por decreto, eu resolvi as lotéricas. Três mil lotéricas fechadas por prefeitos e governadores. Eu consegui resolver numa canetada. Estamos fazendo isso”, afirmou Bolsonaro, em frente ao Palácio da Alvorada.

Em relação às igrejas, o decreto afirma que seu funcionamento deve seguir as recomendações do Ministérios da Saúde. Os templos vinham limitando suas atividades presenciais para evitar aglomerações e se valendo das tecnologias virtuais para fazer cultos e missas e assim diminuir os riscos de propagação do vírus. Com a decisão de Bolsonaro, elas ficam liberadas da quarentena. Em alguns locais, como São Paulo e Santa Catarina, igrejas foram à Justiça para garantir a realização de cultos.

O decreto, porém, faz a ressalva de que as atividades religiosas devem seguir as orientações do Ministério de Saúde, que tem sido de evitar aglomerações e manter distanciamento social.

O fechamento dos templos também tem sido alvo de críticas do presidente. “O que eu vejo no Brasil, não são todos, mas muita gente, para dar uma satisfação para o seu eleitorado, toma providências absurdas… fechando shoppings, tem gente que quer fechar igreja, o último refúgio das pessoas”, disse Bolsonaro em entrevista ao Programa do Ratinho, do SBT, exibida na noite de sexta-feira. “Lógico que o pastor vai saber conduzir o seu culto, ele vai ter consciência, pastor ou padre, se a igreja está muito cheia, falar alguma coisa. Ele vai decidir, até porque a garantia de culto, a proteção ao ambiente de culto, é garantida pela Constituição. Não pode o prefeito e o governador achar que não vai mais ter culto, não vai ter mais missa”, acrescentou.

Coronavírus mata 18.440 em todo o mundo, diz OMS

Agência Brasil

O número de pessoas infectadas com o novo coronavírus ultrapassou 400 mil em todo o mundo, com a maior quantidade de mortes na Europa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até a última quarta-feira (25) , o total de infecções havia aumentado em 40.712 em relação ao dia anterior, atingindo 414.179 em 199 países e territórios.

Já o total de mortes teve um crescimento de 2.202, chegando a 18.440.

A Itália registrou a maior quantidade de mortes. O número do governo – 7.503 – é quase o dobro da China.

Líderes de governos locais na Itália têm utilizado a internet para exortar moradores a permanecerem em casa, porque muitas pessoas estão ignorando o confinamento vigente em todo o país, o que agrava a situação.

*Emissora pública de televisão do Japão

ALÔ CANDIDATOS! TRE não vai prorrogar prazo para filiação

O Tribunal Regional do Maranhão (TRE-MA) emitiu na quarta-feira, 25, uma nota para esclarecer que não tem planos de prorrogar a data para a filiação partidária de quem deseja participar das eleições de 2020.

Pelo calendário eleitoral oficial, o prazo expira no dia 4 de abril. Para evitar deslocamentos e aglomerações, contudo, a Corte eleitoral informou que está realizando atendimento online.

“Em razão de medidas preventivas para evitar o contágio pelo novo coronavírus, e em cumprimento ao calendário eleitoral, que estabelece o dia 4 de abril como data-limite para filiação a um partido político com vistas às Eleições Municipais de 2020, a Secretaria Judiciária está realizando atendimento pelo e-mail [email protected] de segunda a sexta, das 13h às 19h”, destacou.

A alternativa eletrônica foi viabilizada em virtude da suspensão do atendimento ao público, entre outras medidas internas e externas de prevenção à expansão do novo coronavírus (Covid-19), e está prevista na Portaria Conjunta número 1/20, assinada pelos presidente e corregedor do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, desembargadores Cleones Cunha e Tyrone Silva, respectivamente.

10 casos do novo coronavírus são registrados no Maranhão

Informação foi confirmada na manhã desta quinta-feira (26) pelo governador Flávio Dino durante entrevista no Palácio dos Leões, sede do governo, em São Luís.

Governador do Maranhão Flávio Dino — Foto: Reprodução/TV Mirante

Dez novos casos do novo coronavírus foram registrados no Maranhão. A informação foi confirmada na manhã desta quinta-feira (26) pelo governador do estado, Flávio Dino, durante uma entrevista no Palácio dos Leões, sede do governo, em São Luís.

De acordo com o governador os casos são originados da capital e o outro do município de Imperatriz, a 626 km de São Luís.“Nós tivemos a confirmação de mais dois novos casos. Um na cidade de São Luís e outro na cidade de Imperatriz. De modo que nós temos nesse momento dez casos confirmados”, revelou.

Governador do Maranhão Flávio Dino — Foto: Reprodução/TV Mirante

O governador ressaltou também que os casos que ainda não foram confirmados e seguem em quadro de suspeita serão monitorados pelos órgãos competentes. “Segundo as estatísticas internacionais, nós podemos estimar que nós temos também casos ocultos. Por isso, provavelmente, nós estamos falando de pessoas também assintomáticas e nós queremos muito vivamente recomendar, determinar uma providência de vigilância sanitária”, disse.

Centro de Testagem

O Maranhão possui dois Centros de Testagem para casos do novo coronavírus. O primeiro, é localizado localizado na Policlínica Diamante em São Luís. O segundo também é localizado em São Luís, no Viva Beira-Mar.

Devem procurar os centros pessoas que estejam com sintomas de febre, tosse e dificuldade de respirar ou tenham feito viagens para outras áreas que estejam com casos confirmados da doença, e tenham tido contato com casos suspeitos ou confirmados de Covid-19.

Secretário de Saúde do Maranhão confirma mais dois novos casos do novo coronavírus por meio de uma rede social — Foto: Divulgação/Redes SociaisSecretário de Saúde do Maranhão confirma mais dois novos casos do novo coronavírus por meio de uma rede social — Foto: Divulgação/Redes Sociais

Secretário de Saúde do Maranhão confirma mais dois novos casos do novo coronavírus por meio de uma rede social — Foto: Divulgação/Redes Sociais

Os laboratórios estão recebendo a coleta de material para a realização de exames para Covid-19 e dando orientações sobre as medidas que devem ser tomadas após o laudo. Os locais funcionamde segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Cuidados

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

Prefeitos pedirão suspensão do pagamento de dívidas com a União

Pedido de gestores será levado a Mansueto Almeida, secretário
do Tesouro Nacional, (Marcelo Camargo/Ag. Brasil)

De O Estado

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), avaliou ontem, durante entrevista coletiva após uma videoconferência com gestores membros da Federação Nacional dos Prefeitos, que a atual crise sanitária por que passa o Brasil em virtude da expansão do novo coronavírus (Covid-19) e das medidas que vêm sendo tomadas em todos os âmbitos para contê-lo, deve provocar uma crise fiscal nos próximos meses.

Segundo ele, ainda não há um levantamento claro do impacto, nas contas públicas, das ações que os governos têm adotado no combate à doença .

Por isso, os prefeitos já se reúnem para começar a pedir do governo federal isenções que garantam alguma folga aos orçamentos municipais, a exemplo do que já foi oferecido aos estados.

“A crise na saúde que o país está vivendo, em breve pode se tornar, também, uma crise fiscal. E muitos dos prefeitos colocaram a preocupação de algumas medidas serem tomadas por parte do governo federal para os municípios, a exemplo da suspensão das dívidas [com a União], o que já foi sinalizado e garantido para os governos estaduais. Que essa medida possa, também, ser estendida às prefeituras”, declarou Edivaldo.

Ela disse, ainda, que os prefeitos também devem formalizar um pedido de suspensão do pagamento de encargos da folha de pessoal. Seria uma espécie de desoneração temporária, durante o período crítico em que ações mais efetivas serão demandadas para conter o avanço da Covid-19.

“Um dos pontos que será também levado ao governo federal será a suspensão do pagamento dos encargos da folha de pessoal, outro ponto que também preocupa bastante os prefeitos de todo o país”, completou.

Impactos

Na avaliação de Edivaldo Jr., os efeitos nas contas públicas devem ser sentidos em um ou dous meses. Ele contou que o assunto também foi tema da videoconferência de gestores da Federação Nacional dos Prefeitos.

“Na reunião com a Federação Nacional dos Prefeitos, a avaliação que nós estamos fazendo é que são medidas, no que diz respeito à questão econômica, que vão ser sentidas daqui a 30, 60 dias. São números que, nesse momento, são incalculáveis”, afirmou.

“Se a crise perdurar na saúde, por conta do novo coronavírus, sem dúvida alguma, é consenso dentro do colegiado de prefeitos, em um prazo breve todos serão afetados”, concluiu.